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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

A Smart-mala-de-viagem

Nesta fantástica era de smart-produtos que aparecem quase todos os dias, uns destinados ao sucesso e outros nem por isso, e quando o crowdfunding permite que muitas invenções, que antes ficariam na gaveta possam ver a luz do dia e serem reais sucessos de vendas, hoje falo acerca de um dos mais interessantes: A Smart-mala-de-viagem.



De nome BlueSmart assume-se como a primeira connected carry-on suitcase. Ou seja a primeira mala de viagem que se liga ao seu possuidor – ao seu smartphone- através de tecnologia wireless.

A empresa proprietária, de nome homologo BlueSmart, criada por um grupo de amigos provenientes da America do Sul, USA, e Ásia, desenvolve produtos digitais enquadrados em produtos físicos e centra-se naquilo que chama de Internet-Conected travel products, apostando no objectivo de facilitar e optimizar as experiencias de viagens, através da tecnologia.

Esta start-up nasce pretendendo dar resposta aos diversos problemas relacionados com a bagagem em viagens, nomeadamente de avião, que todos já sentimos quando nos deslocamos

Mas vamos ao que interessa. A mala de viagem da BlueSmart, que é realmente inteligente.

Esta mal de viagem é controlada por uma app disponível para iOS e Android e tem diversas features: pode ser trancada/destrancada via app, diz-nos exactamente o seu próprio peso, pode carregar o telemóvel através das suas baterias internas, faz um mapa das suas viagens, tem um localizador GPS caso a bagagem se perca, e ainda um sensor de proximidade, que uma vez activado, faz saltar mensagens no caso da mala “se afastar” mais do que alguns metros.

Mas o melhor é mesmo ver o vídeo de apresentação da mala:




A mala está disponível a partir de USD $280 na plataforma de crowdfunding Indiegogo onde angariou $1,365,296 (!!)  do seu objectivo inicial de 50 mil dólares.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Mapa de todos os equipamentos ligados à Internet no Mundo

A imagem abaixo é um mapa de todos os equipamentos ligados à Internet no mundo. Quer sejam computadores, tablets, smartphones, carros, TVs, frigoríficos, torradeiras, tudo.

Clique para aumentar o mapa


A imagem foi gerada por John Matherly, um “internet cartographer” que no dia 2 do passado mês de Agosto fez um ping a todos os equipamentos ligados à Internet no mundo (Ping é um comando de rede que envia um pacote de informação a um determinado endereço IP e pede uma confirmação – echo – de que o tal pacote chegou). Esta operação durou 5 horas, embora a imagem acima tenha demorado mais de 12 horas a gerar.

Os mais entendidos saberão que há equipamentos (servidores e outros) que podem estar configurados para não responder a estes pedidos, por questões de segurança, e portanto o mapa não pode ser considerado uma fotografia 100% fidedigna de todos os equipamentos ligados, mas em todo o caso fornece uma análise muito interessante da dispersão e concentração do mundo online, no momento em que foi obtida.

Como qualquer fotografia, a imagem representa a realidade num determinado momento - neste caso as tais 5 horas – e assim os dados obtidos não consideram os equipamentos que possam estar na altura desligados, pelo que John Matherly já afirmou que quer fazer em breve novas experiências similares para depois juntar os resultados e ter uma imagem mais completa.

Em todo o caso, a imagem é, como diria Darth Vader, Impressive!

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Chegaram os Smart-Pauzinhos-de-comida-chinesa

Com a proliferação dos smart-qualquer-coisa, e da tecnologia presente nos objectos do dia-a-dia, surge agora uma nova aposta para o departamento Internet-of-things: Os pauzinhos de comida chinesa tecnológicos.


© CNET


Lançados pela gigante tecnológica chinesa Baidu – uma empresa que anualmente leva a cabo uma das maiores conferencias de developers da Ásia, de nome Baidu World – estes pauzinhos tem o sugestivo nome de Kuaisou (筷搜) e conseguem detectar, graças a um conjunto de sensores, se a comida onde são mergulhados se encontra em condições de ser ingerida.

Segundo o CEO desta empresa, Robin Li, este produto nasceu de uma partida de 1º de Abril, e acabou por transformar-se num produto “a sério”, conseguindo detectar, especialmente, se o óleo em que os alimentos foram cozinhados está nas devidas condições, o que é especialmente importante num país em que o óleo do mercado negro (chamado GutterOil – óleo de esgoto – óleo reciclado proveniente dos lixos de restaurantes) é muitas vezes usado na confecção alimentar, o que provoca graves problemas de saúde pública.

O produto ainda não tem data de lançamento mas prevê-se que seja um sucesso por terras do oriente.

De notar que esta empresa também está a lançar uma sua versão do Google Glass, chamado Baidu Eye que falarei melhor qualquer dia…

sexta-feira, 25 de julho de 2014

A fechadura digital

Nestes novos tempos da Internet of things - que é um conceito que define a criação de hardware desenvolvido de base sobre serviços de internet - e onde o crowdfunding permite autênticos milagres para as startups tecnológicas, todos os dias surgem novos gadgets e ferramentas ligadas ao mundo online e que procuram facilitar o acesso, conectar ou digitalizar (aportuguesamento do "digitalize" que significa "traspor para o mundo digital") velhos conceitos e produtos.

Hoje falo de mais uma barreira que foi transposta e que é a da segurança física, nomeadamente da fechadura da porta lá de casa.



Chama-se "Genie Smartlock" e foi desenvolvida pela start-up Genie.

O conceito é simples. Em vez de uma chave física temos um login através de um smartphone, por proximidade (através de BluetoothLE) ou remotamente através de wi-fi.

Isto permite, ao nível prático, deixar de carregar o molho de chaves e poder dar acesso a amigos, serviços ou empregados quando não está presente, tudo através de uma app no seu smartphone.



Imagine poder destrancar a porta para os senhores da EPAL "contarem" a água, destrancar a porta para um amigo lá poder deixar a encomenda que pediu, ou programar e controlar o acesso da empregada doméstica, com listagens e logs de tudo.

O preço, em pré-venda, é de USD $249 a $299 e a bateria dura para um ano, graças ao seu inovador sistema de wi-fi hub, que recolhe os sinais e comandos e os envia para a fechadura, ao invés de ser a fechadura a recolher os dados sozinha.

Mais info AQUI

Que afortunados somos por poder estar a assistir e participar nesta revolução tecnológica!