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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

"Pronto", já está!

E eis que surge, mais uma vez nas plataformas de Crowdfunding, o Pronto. Uma superbateria supercarregada que consegue carregar completamente um telemóvel em apenas 5 minutos.



Criado pela empresa PowerPractical , uma startup oriunda de Salt Lake City, que já tinha inventado dois gadgets – O PowerPot e o Practical Meter – um dos quais esteve inclusive no SharkTank e foi apoiada por Mark Cuban, o Pronto é basicamente uma bateria portátil de alto desempenho, que é carregada normalmente na ficha de 220v.

Para se carregar totalmente, o Pronto necessita de uma hora ligada à corrente. Depois tem uma capacidade, em termos de amperagem, enoooooorme (13.500A para a versão Pronto12 e 4.500A para a versão Pronto5) que permite carregar um telemóvel, tipo iPhone, em 5 minutinhos apenas.



O Pronto também consegue carregar câmaras fotográficas DSLR, tablets e demais, através de uma saída de 12V e tem duas portas USB para os gadgets que necessitem de menos voltagem.
Tem ainda leds que permitem acompanhar o carregamento, uma bonita caixa de alumínio e ainda uma simpática pega elástica, que serve para transportar os seus 520g.



O projecto foi para o crowdfunding para atingir o objectivo de USD $50.000 e conseguiu $375,249, contando com cerca de 2990 investidores.
O Pronto deve seguir para o mercado a $79, a versão Pronto5 e $119 a versão Pronto12.

Nice!

terça-feira, 23 de setembro de 2014

A nova bolha

Será que estamos perante outra “bolha” tecnologica, como a de 1999? É que todos sabemos como acabou aquela…

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A verdade é que, como diz Bill Gurley na Wired, a dinheiro parece novamente jorrar para tudo quanto é tecnológico, nomeadamente nos USA.

E o apanágio disto é a entrada em bolsa da Alibaba, o maior site de e-commerce da Ásia, detido parcialmente pela Yahoo, arrecadou instantaneamente mais de 21,8 mil milhões de dólares naquele que foi o maior IPO de sempre em terras do Tio Sam.

Mas a aposta pelo techie está-se a fazer um pouco por todo o lado, quer via aquisições (Microsoft, Facebook, etc), quer via crowdfunding (Oculus, Pebble, etc), quer via IPOs (Alibaba, Uber, etc), quer via investimentos avultados em startups – caso, por exemplo, de Sir Richard Branson (o magnata da Virgin) que acabou de investir na SideCar – um projecto de CarSharing que já arrecadou cerca de 15 milhões de dólares de investimento.

A verdade é que todos os dias, quem está mais atento a estas coisas do digital, ouve falar acerca de mega-investimentos em projectos que, independentemente de terem o seu imenso mérito, estão apenas a arrancar e pouca estratégia ou planeamento terão pós-lançamento.

As startups tem grande ideias – e são estas que fazem realmente o mundo girar – mas a quantidade de dinheiro que está a ser investida e gasta pelas mesmas faz lembrar precisamente o que se passou em 1999 onde tudo o que tinha “.com” no nome, tinha um investimento de milhões.
Depois foi o que se viu, quando se começou a inquirir sobre a sustentabilidade dos projectos.
Porque, na realidade, quando se acabam os fundos que facilmente entraram, o projecto tem de se sustentar a si mesmo e, sendo essa a "pior" parte, gerar lucro para os investidores.

De notar que está estimado que em 1999 os investimentos na economia dotcom foram de cerca de 105 mil milhões de dólares. Neste momento, passados 15 anos, os investimentos no digital estão já nos 40 mil milhões, dos quais 23 tiveram lugar nos últimos seis meses.

Sendo Portugal uma pouco-honrosa excepção nestas lides – o nosso mercado, tal como aconteceu na bolha de 1999 é muito lento na adopção de novas ideias - arriscamo-nos a, tal como aconteceu na primeira bolha, a economia nacional comece a apostar na bolha após ela já ter demonstrado sinais de explosão lá por fora.

A ver vamos.... que assim diz o cego. Fica a reflexão

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Star Trek Axanar- um filme de crowdfunding

Quem me conhece já sentia a falta de um post acerca de um star-qualquer-coisa. E aqui está ele: Um post acerca de Star Trek

Mas isto não é um post (só) acerca de um filme.
É um post acerca de como fãs da série original se juntaram, elaboraram um projecto de um filme independente, candidataram-no à plataforma de crowdfunding KickStarter e estão já a produzir aquele que será o primeiro filme-independente-de-qualidade-de-estúdio da série Star Trek.



O franchise Star Trek, apesar de ser detido pela PARAMOUNT/CBS sempre foi muito aberto à comunidade de fãs – aliás exactamente como o seu criador Gene Roddenbery sempre quis.
Isto quer dizer que os direitos da série estão abertos à produção de filmes independentes, principalmente produzidos por fãs, desde que não sejam filmes de bilheteira.
Ou seja, “façam o que quiserem mas não podem vender bilhetes”. E isto provocou que ao longo dos anos, esses fãs se tenham dedicado a produções vídeo mais ou menos elaboradas das quais se destaca a Star Trek: Phase 2.

Assim, o que se passou foi que um fã e actor nessa mesma série - Alec Peters – resolveu provar que não são necessários os milhões de dólares do costume para produzir um filme de qualidade.
Sendo também o vencedor do prémio “2004 Ernst & Young Entreprenuer of the Year”, Alex colocou a veia empresarial em funcionamento e, em conjunto com o seu amigo Christian Gossett – visualartist que já trabalhou com James Cameron e Ridley Scott - lançaram-se na grande aventura de fazer um filme Star Trek “a sério”.

E se bem o pensaram melhor o fizeram.
Lançaram primeiro um projecto no Kickstarter chamado “Prelude to Axanar”, um vídeo de 20 minutos com o prelúdio, o enquadramento da história principal, e tiveram o grato prazer de ver como os fãs aderiram, alcançando facilmente os 80mil dólares(!) necessários para a sua produção.


Prelude to Anaxar – 20 min de alta qualidade

O filme principal – Axanar - também baseado pelo Kickstarter, angariou 638,471 dólares, de quase 8600 pessoas (uma das quais o próprio George Takei – Mr. Sulu na série original) ultrapassando o valor necessário para a sua produção.

Vai ser um filme completo de 90 minutos, com actores de Hollywood como Richard Hatch (Battelestar Galactica), Tony Todd (TNG), Kate Vernon (Battelestar Galactica), Gary Graham (StarTrek) e JG Hertzler (StarTrek).

Estreia em 2015, num computador perto de si!

A não perder. Para fãs e para entrepreneurs.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

A fechadura digital

Nestes novos tempos da Internet of things - que é um conceito que define a criação de hardware desenvolvido de base sobre serviços de internet - e onde o crowdfunding permite autênticos milagres para as startups tecnológicas, todos os dias surgem novos gadgets e ferramentas ligadas ao mundo online e que procuram facilitar o acesso, conectar ou digitalizar (aportuguesamento do "digitalize" que significa "traspor para o mundo digital") velhos conceitos e produtos.

Hoje falo de mais uma barreira que foi transposta e que é a da segurança física, nomeadamente da fechadura da porta lá de casa.



Chama-se "Genie Smartlock" e foi desenvolvida pela start-up Genie.

O conceito é simples. Em vez de uma chave física temos um login através de um smartphone, por proximidade (através de BluetoothLE) ou remotamente através de wi-fi.

Isto permite, ao nível prático, deixar de carregar o molho de chaves e poder dar acesso a amigos, serviços ou empregados quando não está presente, tudo através de uma app no seu smartphone.



Imagine poder destrancar a porta para os senhores da EPAL "contarem" a água, destrancar a porta para um amigo lá poder deixar a encomenda que pediu, ou programar e controlar o acesso da empregada doméstica, com listagens e logs de tudo.

O preço, em pré-venda, é de USD $249 a $299 e a bateria dura para um ano, graças ao seu inovador sistema de wi-fi hub, que recolhe os sinais e comandos e os envia para a fechadura, ao invés de ser a fechadura a recolher os dados sozinha.

Mais info AQUI

Que afortunados somos por poder estar a assistir e participar nesta revolução tecnológica!