Mostrar mensagens com a etiqueta portugal. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta portugal. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

ESA BIC em Portugal

Arranca hoje o ESA BIC Portugal – Business Incubation Center da Agência Especial Europeia (ESA).



Gerido pelo Instituto Pedro Nunes de Coimbra, em consórcio com o Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto e a agência DNA Cascais, este centro de incubação de empresas “visa promover a criação de startups no domínio da transferência de tecnologia espacial para outros sectores, como saúde, energia, transportes, segurança e vida urbana.”

O que quer dizer que o seu objectivo é aplicar, cá na Terra e em sectores do quotidiano, as ciências e tecnologias usadas no espaço, nomeadamente as novas descobertas e testes realizados na ISS, desenvolvido por start-ups que queriam trabalhar estas inovadoras tecnologias.

Este projecto é gerido por um consórcio que envolve o é a cinco anos, tem um orçamento que ronda os 8M de euros e prevê apoiar até 30 empresas e criar mais de 120 postos de trabalho.

Mais informações sobre os Businesse Incubation Centers podem ser consultadas no site da ESA AQUI 

Nice!!

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Ziphius – O drone aquático made in Portugal

Conheci-os na ultima edição do Lisbon Mini Maker Faire e, logo no post que fiz acerca da Feira, disse que havia de voltar ao assunto. Neste caso, voltar a falar do Ziphius, e desta vez a sério.



O Ziphius é um drone aquático 100% nacional. Segue os nadadores e surfistas, explora a flora e fauna aquáticas e grava ou streama o vídeo em tempo real. Já disse que é 100% nacional?

Quem o desenvolveu foi a Açoreana Azorean, uma spin-off da Ydreams, que pela mão do António Câmara, (presidente) Edmundo Nobre (CEO) e Cristina Gouveia (COO) querem revolucionar “a maneira nos relacionamos com os oceanos”. E daí nasce este robot, de baixo custo e fácil utilização, que ajuda a explorar o mundo marinho, nomeadamente a componente de lazer nos oceanos.

E o que é, afinal o Ziphius? Pelas palavras da entusiástica equipa da própria Azorean, o Ziphius é um drone aquático controlado por um smartphone ou tablet, que possui uma câmara HD que permite fotografar ou filmar o fundo do mar, oceano, rio ou lago.
Tem um router Wi-Fi que permite estabelecer uma ligação peer-to-peer com o utilizador, com um alcance de até 100 metros. Basta instalar a aplicação no dispositivo móvel, disponível para Android ou iOS, estabelecer a ligação à rede Wi-Fi do Ziphius e este fica pronto para comandar. E ver o que se passa em tempo real.

A sua velocidade é cerca de 6 nós (10 km/h) e a sua bateria dá para perto de uma hora em condições normais.

Mas melhor que ler, é ver o Ziphius em acção:




Sendo um projecto que deu os primeiros – e bem sucedidos - passos na plataforma Kickstarter, esta primeira versão tem apenas disponível a aplicação de controlo, mas estão já previstas novas apps que vão incluir jogos que permitem tirar o máximo proveito dos comportamentos autónomos do Ziphius. O que quer dizer, por exemplo, que o Ziphius poderá detectar uma bola e ir ao seu encontro (wof, wof)

O Ziphius está disponível para pré-encomenda, por €349, no site http://myziphius.com.

E para os mais habilidosos ou que tenham uma veia de bricoleur, o Ziphius está ainda disponível em versão do-it-yourself, por cerca de €160, que pretende, acima de tudo, apontar ao crescente mercado “maker”.
Esta versão contém uma placa electrónica desenvolvida pela Azorean (de nome Skelly), que funciona em conjunto com o Raspberry Pi – um mini-computador de muito baixo custo -, e inclui um micro-controlador baseado no arduino, assim como o controlo dos dois motores BLDC integrados na placa.




Já disse que é 100% nacional? Ah sim? Então é mesmo só para lembrar que “o que é Nacional é (realmente) bom”



sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Pagamentos Via Verde em restaurantes

A Via Verde, invenção portuguesa de pagamento de portagens de forma electrónica que já data de 1991, está agora disponível também em restaurantes.





Para já presente em 11 restaurantes McDonalds, o novo serviço denominado serviço Via Verde no McDrive permite o pagamento da refeição neste sistema de drive-in.
Basta ter um identificador válido e carregar no botão ViaVerde presente nos corredores "Drive", seguir e recolher o pedido e factura.



Os pagamentos possíveis no sistema Via Verde têm vindo a aumentar significativamente e a diversificar-se. Inicialmente disponível apenas como pagamento de portagens em auto-estradas, rapidamente o sistema foi adoptado para parques de estacionamento, viagens de Ferry-boat, postos de abastecimento e, agora, restaurantes.

A empresa aposta também já numa app (iOS e Android) que permite verificar extractos de conta, facturas, percursos, locais onde o sistema está disponível, entre diversos outros.

Este é um dos casos de excelência na inovação nacional e de pioneirismo, assim como de uma saudável ambição de crescimento e (ainda mais) inovação.

Nota negativa apenas para alguns problemas na área da comunicação digital, já que embora o press-release remeta para o site oficial da Via Verde para saber mais informações acerca de quais os restaurantes com o novo sistema, o referido site nem sequer faz menção ao serviço quanto mais aos restaurantes…

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Uber lança-se em Lisboa

A Uber lançou hoje a sua app em Lisboa. Ou melhor dizendo: A Uber chegou a Portugal!

Na pessoa do seu responsável máximo para a Europa, Alex Droulers, a Uber lançou a sua operação há pouco, no Altis hotel em Lisboa.

Lisboa é a 140ª cidade em que Uber vai estar presente.


Para quem não conhece, a Uber nasceu em 2009 e é um serviço revolucionário de mobilidade que, no fundo, "apenas" liga comunidades: A comunidade de motoristas privados - com licença profissional - e a comunidade de clientes que necessitam de transporte, através de uma plataforma tecnológica avançada.

A plataforma tem 2 versões da App, uma para o cliente e outra para os motoristas e um mecanismo de inteligência artificial avançado. Cada vez que um cliente chama um veículo, a app determina qual veículo está mais perto e redirecciona o pedido para este. A ideia, e o objectivo, é que esteja um veículo ao pé do cliente em 5 minutos.

Num serviço inovador, completamente tecnológico, pois tudo funciona à volta da app (disponível gratuitamente na AppStore e na Google play), a Uber veio revolucionar na Europa o mercado estagnado do transporte, com simplicidade, transparência e rapidez.

E como funciona?
Do lado dos motoristas profissionais com viatura, interessados em fazer parte desta rede, só têm de se inscrever no site. A equipa da Uber vai verificar o carro, a carta (profissional), os documentos, seguros e etc. Só depois a equipa permite a sua entrada na plataforma. Quanto ao pagamento, a Uber fica com uma percentagem do serviço (20%) e o resto é para o motorista. Tips included.

Do lado do cliente, é só ter a app, definir o pagamento por cartão de crédito e clicar quando precisa de transporte.
Assim que faz a marcação, o cliente fica a conhecer o preço da viagem, o veículo, a cara do motorista, o seu perfil, e um mapa em tempo real do veículo a chegar. No final da viagem pode fazer o rating do motorista e de toda a viagem, o que vai aconselhar o resto da comunidade.
Nesta plataforma, onde o cliente sabe exactamente quanto vai pagar assim que coloca o seu destino na app (o ponto de partida é geolocalizado automaticamente), o carro chega até si nos tais 5 min.

E a experiência será high-end, pois em Portugal estará, para já, apenas disponível o Uber Black - o serviço de topo, com carros com menos de 3 anos, e-class (Audi, Mercedes, BMW, Jauguar etc) que inclui também garrafa de água, porta aberta pelo motorista e o serviço correspondente.

Tendo a noção da controvérsia (mais ou menos violenta) que a Uber tem tido pela Europa fora, com as empresas de Taxis e profissionais do ramo, nesta apresentação, a ideia sempre repetida foi "we're not here to compete with regular taxis".
O objectivo: deixe o carro em casa. E use o Uber... e os táxis normais também (segundo o Alex, em S. Francisco os táxis estão a ter mais clientes por causa do hábito cada vez mais presente de deixar o carro em casa).




A Uber chega assim a Portugal. O progresso chegou. Vamos a ver a resposta das "forças instaladas".

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Quantos são e o que fizeram os portugueses na Net, em Maio

Sairam os dados referentes ao mês de Maio, do painel NetPanel Meter da Marktest, e é sempre bom (principalmente para que trabalha ou se interessa por estas coisas) dar uma olhadela ao mais completo estudo regular sobre internet e vida digital do nosso país.

Segundo esta análise, os resultados mais interessante são os seguintes:

Em Maio de 2014

- 5,4M portugueses navegaram na internet a partir de computadores pessoais;
- Foram visitadas cerca de 7,7 mil milhões de páginas;
- Cada user visitou, em média, 1406 páginas;
- o tempo dispendido online foi, no total 127 milhões de horas;
- Cada user dispendeu, em média 23h19 online;
- O site mais visitado foi o Google, seguido do Facebook e Youtube;
- Embora o Facebook seja o site com mais páginas visitadas, de longe;




Toda a análise pode ser consultada, gratuítamente, AQUI

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Rewind Cities Lisboa - A app que permite viajar no tempo

A app Rewind Cities pretende revolucionar o turismo cultural de Lisboa (e futuramente de outras grandes cidades), permitindo, através de realidade aumentada, mostrar o passado de monumentos, ruas e locais.

O seu funcionamento é simples. Basta apontar a câmara do telemóvel para um local, previamente georreferenciado e activar a experiência TIME MACHINE para podermos ver imagens do passado sobrepostas ao que a câmara está a ver.



A app permite também, na função TOTAL RECALL, ter acesso a imagens e vídeos de épocas e acontecimentos do passado, com guias virtuais – recriações de personagens históricas portuguesas em animação - que explicam o que se passou e ajudam a compreender o nosso passado tão rico.

Existe ainda a função mais lúdica, TIME TRAVELLER, que permite tirar as famosas selfies, com imagens do passado como background e partilhar com os amigos nas redes sociais do costume – Só falta mesmo o DeLorean para recriar o Back to The Future :)

Esta app foi desenvolvida pela portuguesa IT People, e conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e da Carris/Metro de Lisboa, para além da Samsung.
Neste momento está disponível apenas para Android e como aplicação nativa da Samsung, estando disponível para breve a versão em iOS e também em Windows.

Embora o seu target seja claramente o turismo que nos visita, esta app deve ser um must também para o português e nomeadamente para o lisboeta, pois nós por cá somos aqueles que passamos mais vezes pelos monumentos sem dar conta da sua existência ou história.