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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

As 5 razões de sucesso da Uber

Hoje resolvi falar sobre o que considero serem as 5 principais razões do sucesso da Uber.



A Uber dá cartas em diversos países, é cada vez mais uma escolha no transporte individual (e por vezes colectivo) e, embora envolta em algumas polémicas e proibições geradas essencialmente pelos players do status quo, é um sucesso.

Também em termos económicos e de modelo de negócio a Uber dá cartas - está avaliada em 10Bn - já tem diversos concorrentes e não pára de inovar.

Aliás, em termos de notoriedade, é de realçar que o próprio nome faz já parte do léxico, especialmente na Europa do norte: “Uber” é já sinónimo de transporte, assim como Taxi, Tube, Bus, etc.

A Uber também já provocou mexidas no próprio segmento onde se insere. Caso de diversas aplicações para smartphone ligadas a táxis e alugueres de viaturas com motorista que pululam por aí.

Em Portugal temos já o Meo-Taxi (que já falei noutro post) ou no Taxi99 – um conceito importado do Brasil e que conta já com cerca de 200 Taxis em Lisboa. E o conceito é sempre o mesmo: Fazer a ponte entre o consumidor e o provider, entre o cliente e o transporte, através de uma aplicação que está na mão de ambos.

Então porque é que a Uber continua a crescer e a representar uma ameaça tão grande para os ”poderes instalados”?

E, para mim, a resposta é simples. É por causa destas 5 razões:

1 – É fácil – A app é das coisas mais simples. Pouco mais tem que um botão. O pagamento ser directamente ao cartão de crédito - não se “sente” imediatamente na carteira e pode ainda ser adiado para o final do mês, ou pago em prestações – é uma grande vantagem. E elimina os trocos e notas, numa era em que o plastic-money é cada vez mais dominante.

2 – É trendy – Cada vez mais é moda, até em Portugal, utilizar Uber. Quer a versão Black, quer a versão X. É urban-chique :)

3 – Não é assim tão caro - Comparado com os táxis normais, um trajecto Uber Black custa pouco mais – cerca de 25%. Em relação ao uber X o valor é sensivelmente o mesmo que um táxi.

4 – Sabe-se, de antemão, quanto vai custar – Este é, para mim, um dos grandes factores de sucesso. Saber quanto vai custar a viagem antes de a iniciar. E esse cálculo não depende de factores humanos mas sim de uma aplicação informática. Assim não há “brincadeiras“ infelizmente tão bem conhecidas de todos como dar a volta à cidade para fazer 500m. A informática traz, neste caso, o garante da imparcialidade e da racionalização. E isto é uma característica que nenhuma outra app tem.

5 – As pessoas estão dispostas a pagar pela qualidade – e, last but not least, este é, para mim, o grande factor diferenciador. Quer na versão Black quer na versão X, os motoristas são simpáticos, cordiais, educados e profissionais. Só conversam o que o cliente quer, não se atravessam à frente dos outros nem insultam a família de um qualquer incauto, como infelizmente vemos tantas vezes na nossa “praça”. Os carros estão sempre limpos, ligeiramente perfumados, cuidados. E isto faz toda a diferença.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Conheça os triciclos eléctricos da Toyota

São fun. São trendy. São rápidos e “desenrascados” para o trânsito. E são electricos

Chamam-se i-Road e são a última invenção em mobilidade urbana da Toyota.

i-Road


A partir do próximo mês de Novembro, a marca vai disponibilizar 70 destas veículos numa base de bike-sharing, aos habitantes da cidade francesa de Grenoble, uma cidade a 100km de Lyon.

A ideia da disponibilização destes veículos neste modelo é fazer a ligação entre o local onde param os transportes públicos e o local de destino, ficando pronto a ser utilizado por outra pessoa nas suas pequenas voltas pela cidade (para quem se interessa pelo tema do “veículo-sharing” está já em funcionamento um projecto piloto de car-sharing em Lisboa, e já escrevi sobre o tema aqui).

Este é mais um projecto de mobilidade sustentável que procura incentivar as pessoas a deixarem o seu veículo em casa e usar o misto transportes públicos / veículos utilitários não poluentes, para as delocações no centro das cidades.

Os i-Road tem a versão apenas-condutor ou para dois, podem ser conduzidos por pessoas com mais de 18 anos, desde que tenham carta de condução, e as tarifas devem rondar os €5 por meia-hora.
As baterias duram para cerca de 3 horas, e disponíveis para o carregamento eléctrico dos mesmos estão já a ser implementadas 27 estações de carregamento rápido.

Para quando experiências destas, a sério, por cá?