quinta-feira, 10 de julho de 2014

HOAXs

Hoje inauguro uma rubrica temática no DIGITALAGE. Os Hoaxs.

O que quer dizer que, de tempos a tempos, vou escrever sobre os mais divertidos, absurdos, embirrentos, hilariantes e absurdos Hoaxs da Internet (o que cai “que nem ginjas” na tópico de Vida Online deste blog).



E o que são Hoaxs, pergunta o amigo leitor?

Em primeiro: A fonética. Como se lê "Hoax" e qual é a pronuncia correcta?:


Em segundo, o que é um Hoax?
Ora um hoax é uma informação construída de propósito para enganar. Uma brincadeira, mais ou menos séria, cujos objectivos podem ser mais ou menos nefastos, mais ou menos divertidos.

O hoax sempre andou por aí (os especialistas dizem que a palavra provém do “hocus” – contracção de “hocus-pocus”, frase de raízes anglo-saxónicas relacionada com a magia e o ilusionismo) pelo menos desde o século XXVIII. A sua tradução é, mais ou menos, “to cheat” – enganar.

Embora os hoaxs sejam realmente antigos, a Internet veio trazer um palco e uma dimensão fantástica a esta actividade, e de vez em quando surge uma notícia, um vídeo uma imagem, que engana meio-mundo e depois se vem a perceber que, pronto, era um Hoax.

E agora que está explicado, e inaugurado o tema, deixo-vos com o primeiro:

  • Tema: Fantástico artista consegue imitar 29 celebridades a cantar uma musica original
  • Alcance: quase 7 milhões de visualizações em menos de 2 semanas




E a desmistificação:


quarta-feira, 9 de julho de 2014

O «coiso» do viral

Hoje em dia, quando o número de users online se aproxima dos 3 biliões (2,925,249,355) e a penetração de internet a nível mundial é de quase 41%, as redes sociais representam uma grande fatia do que se faz online.
Só o Facebook já ultrapassou os 1.3Bn de utilizadores e declarou, recentemente, que mais de 757M de utilizadores se liga diariamente.

Assim, os marketeers digitais (e os anónimos que procuram algum tipo de fama e reconhecimento) procuram, incessantemente, conseguir produzir peças que sejam globais e provoquem a participação e o engagement de milhares.
É o viral. A peça que "cai no goto" e se propaga por milhares e é partilhado por outros tantos.

A busca da fórmula do viral tornou-se, nestas lides, como a busca do Santo Graal nos filmes do Indiana Jones ou da Fonte da Juventude noutros.

Mas afinal o que faz uma peça ser viral? O que faz que algo, de repente, seja partilhado por milhares de pessoas, seja copiado e se transforme numa ideia universal?
Na realidade ninguém sabe com certeza!

Mas a boa notícia é que há quem tenha uma ideia do que se deve e não deve fazer. E esta aqui abaixo, da Sociallystacked é das melhorzinhas que vi até hoje.


© Sociallystacked


Boa sorte!

terça-feira, 8 de julho de 2014

Reino Unido vai lançar Wi-Fi nos comboios

O governo do Reino Unido vai investir cerca de £90M (noventa milhões de libras) numa rede wi-fi de alto débito, para as suas linhas mais movimentadas de comboios suburbanos.

Foto © The Guardian

A ligação à internet disponível, que se prevê vir a ser de mais de 50Mbps e de acesso gratuito, permitirá aos passageiros ter os seus devices permanentemente ligados à rede, enquanto viajam de comboio, ao invés do presente estado, onde apenas algumas estações tem wi-fi e onde os passageiros aproveitam as paragens mais demoradas para tentar ligar os seus equipamentos.

Este investimento demorará 3 a 4 anos a ser implementado e prevê que em 2019, 70% dos comboios já possam ter esta ligação de alto débito disponível.

Este projecto será em parte financiado por uma multa que a Network Rail, a maior operadora ferroviária do país, deverá pagar ao estado por atrasos e problemas de interligações de comboios, multa essa que deverá ascender aos £53,1M (cinquenta e três milhões de libras).

Prevê-se que as primeiras linhas a ter este serviço sejam as que ligam a Londres (Brighton, Kent, Portsmouth, Manchester e Leeds).

Eis um belo exemplo a seguir por cá.


segunda-feira, 7 de julho de 2014

Robô estaciona o seu carro no aeroporto de Düsseldorf.

No Aeroporto de Düsseldorf, o estacionamento é agora mais fácil.

Com o novo sistema ParkingPLUS do aeroporto, o estacionamento é tão simples quanto clicar num botão, e deixar o Ray - o robô "estacioanador" - parcar o carro no lugar que mais se adapte ao mesmo.

Ray - ParkingPLUS  


O viajante deixa o veículo no local especifico e confirma, num touchscreen que o carro está vazio. A partir daí o Ray toma o controlo das operações: Mede o carro, faz as suas contas, pega nele com uma espécie de guindaste/empilhadora, e leva-o para um dos 250 lugares destinados ao estacionamento automático.

O Ray está ainda ligado aos sistemas informáticos do aeroporto, e sabe quando o viajante vai voltar, pelo que o estacionamento é gerido de forma inteligente: Mais perto para viagens pequenas, mais longe para viagens mais demoradas.



O preço do Ray é de €29 por dia ou €4 por hora.