Mais um post, longínquo, aqui no Digital Age:
Então não é que o local onde os Portugueses (pelo menos 80% da faixa dos 15 aos 24 anos) vão à procura de informação é mesmo o Facebook?!
Quem diria?
Os dados são do Bareme Imprensa Crossmedia da Marktest, que nos diz que 1.4 milhões de pessoas em Portugal lê notícias nas redes sociais e usa-as como fonte primária de pesquisa.
Este número representa mais de 67% dos internautas nacionais que leem notícias.
Este estudo da Marktest demonstra ainda que os números decrescem com a idade, sendo que na faixa dos maiores de 64 anos esta tendência é de apenas 36.4%.
A questão que se coloca (e quem anda pelas "redes" facilmente se identificará com o que vou escrever de seguida) é a fidedignidade e actualidade dessa informação. Os posts e reposts de notícias antigas como se fossem actuais, ou mesmo de artigos falsos de pseudo-imprensa representam o busílis do assunto. Mas enfim...
Em todo o caso, para ver os números completos deste estudo, basta clicar aqui.
Digital trends, Comunicação digital, Novas Tecnologias, Redes sociais, E-marketing, E-politics, Vida Online
quarta-feira, 1 de julho de 2015
quinta-feira, 21 de maio de 2015
Uma campanha brilhante da JCDecaux
Quantos de nós enviam emails a contactos, clientes e potenciais clientes que nunca têm qualquer resposta?
Nesta vida moderna muitas pessoas não têm tempo, paciência (e, muitas vezes, netiquette) para responder aos diversos emails que chegam às caixas de correio. E muitas vezes os mesmos podem vir a representar potenciais ganhos ou negócios para as empresas que representam.
Na realidade, quantas oportunidades neste mundo se perdem por não dar a devida atenção àquele email, ou não responder a tempo àquele convite?
Ciente (e, digo eu, um pouco chateada) com este assunto, a JCDecaux resolveu, de uma forma criativamente brilhante, demonstrar aos seus principais clientes – principalmente àqueles que não respondem constantemente aos seus emails e convites - o que estarão a perder. E ao mesmo tempo demonstrar que o mupi/outdoor ainda é um dos meios mais eficazes de atrair as atenções e criar efectiveness.
E o que fez?
Simplesmente para todos os que não responderam aos seus convites, afixou um cartaz com uma foto a cara da pessoa que não respondeu e um endereço de email de contacto da própria Decaux.
O resultado foi que todos eles contactaram imediatamente a empresa para saber o propósito da brincadeira.
Aí a marca respondeu “Só queríamos que experimentasse a eficácia do nosso media. Se apenas um cartaz teve tantas reacções para si, tanto que nos contactou logo de seguida, imagine uma rede inteira.”
Simplesmente brilhante. E também uma liçãozita…
Nesta vida moderna muitas pessoas não têm tempo, paciência (e, muitas vezes, netiquette) para responder aos diversos emails que chegam às caixas de correio. E muitas vezes os mesmos podem vir a representar potenciais ganhos ou negócios para as empresas que representam.
Na realidade, quantas oportunidades neste mundo se perdem por não dar a devida atenção àquele email, ou não responder a tempo àquele convite?
Ciente (e, digo eu, um pouco chateada) com este assunto, a JCDecaux resolveu, de uma forma criativamente brilhante, demonstrar aos seus principais clientes – principalmente àqueles que não respondem constantemente aos seus emails e convites - o que estarão a perder. E ao mesmo tempo demonstrar que o mupi/outdoor ainda é um dos meios mais eficazes de atrair as atenções e criar efectiveness.
E o que fez?
Simplesmente para todos os que não responderam aos seus convites, afixou um cartaz com uma foto a cara da pessoa que não respondeu e um endereço de email de contacto da própria Decaux.
O resultado foi que todos eles contactaram imediatamente a empresa para saber o propósito da brincadeira.
Aí a marca respondeu “Só queríamos que experimentasse a eficácia do nosso media. Se apenas um cartaz teve tantas reacções para si, tanto que nos contactou logo de seguida, imagine uma rede inteira.”
Simplesmente brilhante. E também uma liçãozita…
terça-feira, 21 de abril de 2015
Hoje é o dia da revolução (digital): Chegou o “Mobilegeddon”
Este é, sem qualquer dúvida, o dia que marca a revolução no digital. A partir de hoje as coisas nunca mais serão as mesmas: Depois de 21 anos com uma mesma lógica, o Google alterou o seu algoritmo de pesquisa de forma dramática, naquilo que está a ser chamado o “Mobilegeddon” (Mobile Armageddon)
Então o que se passa? Com a proliferação do ambiente mobile (tablet, smartphone e afins) e o crescimento exponencial dos acessos à Internet por estes suportes, a Google resolveu alterar o seu algoritmo de pesquisa, de modo a apresentar em primeiro lugar os sites mobile ou construídos em tecnologia responsive.
Ou seja, tudo muda à data de hoje: Numa qualquer pesquisa, os primeiros sites a aparecer serão os sites desenhados propositadamente para mobile ou os sites que forem construídos em tecnologia responsive (ou em português, tecnologia adaptativa).
Esta ruptura (porque, dizem, é apenas através de rupturas que o mundo avança) é a forma da Google forçar a mudança do paradigma mundial no sentido da usabilidade. É que, realmente, nada é mais frustrante que aceder a um site em ambiente móvel e perceber que as letras mal se lêem, as imagens fogem e os plug-ins se sobrepõem.
Os marketeers de todo o mundo estão neste momento arrancar os cabelos, embora, por outro lado, outros estejam a bater palmas pois isto é um argumento de venda poderosíssimo para convencer os clientes a fazer o upgrade dos seus sites. Ah pois é…
A Google disponibiliza ainda uma ferramenta online que permite analisar qualquer site, para saber se é compatível com o ambiente mobile AQUI
Então o que se passa? Com a proliferação do ambiente mobile (tablet, smartphone e afins) e o crescimento exponencial dos acessos à Internet por estes suportes, a Google resolveu alterar o seu algoritmo de pesquisa, de modo a apresentar em primeiro lugar os sites mobile ou construídos em tecnologia responsive.
Ou seja, tudo muda à data de hoje: Numa qualquer pesquisa, os primeiros sites a aparecer serão os sites desenhados propositadamente para mobile ou os sites que forem construídos em tecnologia responsive (ou em português, tecnologia adaptativa).
Esta ruptura (porque, dizem, é apenas através de rupturas que o mundo avança) é a forma da Google forçar a mudança do paradigma mundial no sentido da usabilidade. É que, realmente, nada é mais frustrante que aceder a um site em ambiente móvel e perceber que as letras mal se lêem, as imagens fogem e os plug-ins se sobrepõem.
Os marketeers de todo o mundo estão neste momento arrancar os cabelos, embora, por outro lado, outros estejam a bater palmas pois isto é um argumento de venda poderosíssimo para convencer os clientes a fazer o upgrade dos seus sites. Ah pois é…
A Google disponibiliza ainda uma ferramenta online que permite analisar qualquer site, para saber se é compatível com o ambiente mobile AQUI
quinta-feira, 9 de abril de 2015
Anúncio "meteorológico" da Honda
A Honda lançou, no Youtube, um anúncio "meteorológico" baseado na sua campanha de nome "Road to Better"
O anúncio vídeo, ao seu novo CRV, aposta em CGI para simular uma estrada sem fim que é permanentemente percorrida pelo veículo, de modo a demonstrar a sua durabilidade, performance e economia. A câmara virtual roda em sentido inverso do veículo, que vai subindo uma montanha, criando a ilusão de uma estrada sem fim, de modo a transmitir os valores que a marca pretende divulgar. E o cenário vai mudando dia/noite.
Mas a versão interactiva, motivo deste post, está no canal da Honda no Youtube.
O filme recorre a real-time-data vindo do forecast.io e apresenta o filme nas condições atmosféricas e de luminosidade do local onde está a ser visionado. (por exemplo em Lisboa, neste momento, o vídeo é apresentado com tempo nebulado, inicio de tarde e com uma temperatura de 14º).
Existe um slider que permite “navegar” por outras cidades do mundo e ainda um motor de pesquisa que permite escolhe-las. Assim que se muda o local, o vídeo, sem interrupções visiveis, passa a apresentar as imagens (e sons) correspondentes à meteorologia e fuso horário desse local.
Duvido sinceramente da eficácia da comunicação, mas sem dúvida que o efeito é engraçado. É espreitar AQUI
O anúncio vídeo, ao seu novo CRV, aposta em CGI para simular uma estrada sem fim que é permanentemente percorrida pelo veículo, de modo a demonstrar a sua durabilidade, performance e economia. A câmara virtual roda em sentido inverso do veículo, que vai subindo uma montanha, criando a ilusão de uma estrada sem fim, de modo a transmitir os valores que a marca pretende divulgar. E o cenário vai mudando dia/noite.
Mas a versão interactiva, motivo deste post, está no canal da Honda no Youtube.
O filme recorre a real-time-data vindo do forecast.io e apresenta o filme nas condições atmosféricas e de luminosidade do local onde está a ser visionado. (por exemplo em Lisboa, neste momento, o vídeo é apresentado com tempo nebulado, inicio de tarde e com uma temperatura de 14º).
Existe um slider que permite “navegar” por outras cidades do mundo e ainda um motor de pesquisa que permite escolhe-las. Assim que se muda o local, o vídeo, sem interrupções visiveis, passa a apresentar as imagens (e sons) correspondentes à meteorologia e fuso horário desse local.
Duvido sinceramente da eficácia da comunicação, mas sem dúvida que o efeito é engraçado. É espreitar AQUI
Subscrever:
Mensagens (Atom)


