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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

A nova geração de capacetes de bicicleta


O mercado dos capacetes já está mais que explorado. Mais ou menos aerodinâmicos, com mais ou menos design, mas está tudo visto.
E, se bem que ninguém ponha em causa a sua relevância e importância para a questão da segurança rodoviária, quem usa capacete, de mota ou de bicicleta, sabe que são incómodos, mais ou menos pesados, inestéticos e cansativos.

Mas agora alguém resolveu repensar todo o conceito de protecção individual, nomeadamente para o mercado das bicicletas – tão emergente em todo o mundo ocidental – e reescrever a história.

Duas suecas, de seu nome Anna Haupt e Terese Alstin criaram o HOVDING helmet, o capacete invisível para ciclistas.

E invisível porquê? Porque simplesmente não existe, sendo substituído por um airbag que se coloca no pescoço e, face a situações de perigo, em segundos, abre e forma um capacete de protecção.




Com um microprocessador incluído que monitoriza em tempo real diversas variáveis, e ainda grava em permanência o seu status, este airbag é carregado por um simples ficha USB, e uma carga dura para 18h.
Mas nada como ver o equipamento em acção:




Fruto de um longo trabalho de investigação em Design Industrial, este projecto nasce em 2005 e, tendo ganho o Venture’s Cup em 2006, arrancou a produção no ano seguinte.

Até chegar à sua presente versão (a 2.0) teve diversas iterações e ganhou diversos prémios, nomeadamente o “Malmö Business Rookie of the Year” em 2011, o prémio “Design to improve life” em 2012 e o D&AD Award em 2012.

Este capacete invisível/airbag para ciclistas está à venda online no site da marca, por €299.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

ESA BIC em Portugal

Arranca hoje o ESA BIC Portugal – Business Incubation Center da Agência Especial Europeia (ESA).



Gerido pelo Instituto Pedro Nunes de Coimbra, em consórcio com o Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto e a agência DNA Cascais, este centro de incubação de empresas “visa promover a criação de startups no domínio da transferência de tecnologia espacial para outros sectores, como saúde, energia, transportes, segurança e vida urbana.”

O que quer dizer que o seu objectivo é aplicar, cá na Terra e em sectores do quotidiano, as ciências e tecnologias usadas no espaço, nomeadamente as novas descobertas e testes realizados na ISS, desenvolvido por start-ups que queriam trabalhar estas inovadoras tecnologias.

Este projecto é gerido por um consórcio que envolve o é a cinco anos, tem um orçamento que ronda os 8M de euros e prevê apoiar até 30 empresas e criar mais de 120 postos de trabalho.

Mais informações sobre os Businesse Incubation Centers podem ser consultadas no site da ESA AQUI 

Nice!!