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segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Londres vai ter um novo sistema de metropolitano

Baptizado de “New Tube for London”, e abandonando a tão inglesa característica das diversas carruagens, estes novos “metros” vão ter o conceito de uma só composição – chamado o walk- through design, com ligação directa entre as diversas secções, portas mais largas, wi-fi, suportes LCD (curvos) de publicidade e informação em tempo real, ar condicionado e… sem condutor.





Os sistema driverless, assim como a nova arquitectura das carruagens provocarão um aumento de 60% na utilização do metro londrino, que, de momento, transporta 8.000 a 12.000 passageiros por hora

O investimento ronda os £2.5bn e o contrato final deverá ser firmado em 2016, sendo as empresas concorrentes, para já, a Alstom, a Siemens, a Hitachi, a CAF e a Bombardier.

Os novos metros devem rolar nas linhas Piccadilly, Central e Bakerloo já em 2022 sendo o alargamento a outras linhas planeado para 2025, onde se fará substituição integral da frota que neste momento conta com 250 comboios.

Este mega-investimento permitirá, segundo os responsáveis, que os preços das viagens possam ser cada vez mais competitivos e o que o icónico metro londrino possa ser ainda mais o transporte de excelência da população de Londres, que se estima crescer para 10 Milhões em 2030.




quarta-feira, 13 de agosto de 2014

O mau uso da tecnologia.

A tecnologia - ou o uso dela – chegou e impôs-se nas sociedades humanas de diversas formas. Mais ou menos, com maior ou menor preponderância, transparência ou utilidade, este é um facto inegável.

E quando a tecnologia impede ou dificulta relacionamentos, interacções ou até mesmo a produtividade?



Um restaurante em New York, já com bastantes anos de sempre bem sucedida actividade, começou a ter queixas e reclamações, assim como bad reviews em blogs e sites da especialidade, acerca da demora do serviço, demora em obter mesa e comida fria.

O restaurante, percebendo que o número de clientes actual se mantinha sensilvelmente o mesmo há diversos anos, e sem conseguir perceber o que se passava, contratou uma empresa de auditoria em produtividade para perceber onde estava(m) o(s) problema(s) e como os solucionar.

A empresa de consultoria começou por atribuir a responsabilidade à falta de formação dos empregados de mesa e lentidão nas equipas da cozinha. Mas não querendo tirar conclusões sem ter todos os dados, resolveu analisar inloco o que se passava e comparar o serviço de cozinha/mesas do passado (neste caso de 1 Julho 2004) com o presente (3 Julho 2014) graças à existência de um sistema de gravação de imagens baseado em 4 câmaras CCTV de segurança existente já há muitos anos.

E percebeu o problema. A tecnologia! Ou melhor o (mau) uso da tecnologia!

Em 2004: 
o cliente chega, senta-se, lê o menú, pede a comida, é servido, come e paga, demorando, em média 1h05

Em 2014:
o cliente chega, senta-se, pede para aceder ao wi-fi, tira fotos com o smartphone, envia aos amigos, responde a mensagens e emails, tira fotos do menú, tira selfies, pede ao empregado que tire fotos, responde aos amigos, posta no facebook, pede a comida, tira fotos da comida, recebe e envia mensagens, posta nas redes sociais, começa a comer, pede para reaquecer a comida que está fria, volta às rede sociais, come, continua “agarrado” ao smartphone, pede a conta, paga e sai, demorando em média 1h55.



Explicado.

Nota: O artigo completo pode ser encontrado AQUI

terça-feira, 8 de julho de 2014

Reino Unido vai lançar Wi-Fi nos comboios

O governo do Reino Unido vai investir cerca de £90M (noventa milhões de libras) numa rede wi-fi de alto débito, para as suas linhas mais movimentadas de comboios suburbanos.

Foto © The Guardian

A ligação à internet disponível, que se prevê vir a ser de mais de 50Mbps e de acesso gratuito, permitirá aos passageiros ter os seus devices permanentemente ligados à rede, enquanto viajam de comboio, ao invés do presente estado, onde apenas algumas estações tem wi-fi e onde os passageiros aproveitam as paragens mais demoradas para tentar ligar os seus equipamentos.

Este investimento demorará 3 a 4 anos a ser implementado e prevê que em 2019, 70% dos comboios já possam ter esta ligação de alto débito disponível.

Este projecto será em parte financiado por uma multa que a Network Rail, a maior operadora ferroviária do país, deverá pagar ao estado por atrasos e problemas de interligações de comboios, multa essa que deverá ascender aos £53,1M (cinquenta e três milhões de libras).

Prevê-se que as primeiras linhas a ter este serviço sejam as que ligam a Londres (Brighton, Kent, Portsmouth, Manchester e Leeds).

Eis um belo exemplo a seguir por cá.