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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Um novo mercado para as compras online: o WC

Um recente estudo da Showroomprive revelou que mais de 52% das mulheres portuguesas levam o telemóvel para o WC quando se dedicam às suas necessidades fisiológicas.
O mesmo estudo demonstra também que 33% levam mesmo um tablet para o "Roupeiro das Águas" (Water Closet - WC).



E, o mais interessante deste estudo “Showroomprive Smart Shopping Satisfaction 2014” é que 16% confessam que já efectuaram compras online a partir desse local.

O mesmo estudo demonstra ainda que 27% das nobres representantes do sexo feminino já usam o smartphone para efectuar as suas compras, apontando a facilidade do meio e o não perder tempo como razões para tal. Ainda 53% confessaram ter agora novas técnicas de compra graças ao “online”, apostando nas promoções e diversidade como elementos diferenciadores.

Mas voltando ao titulo do post, eis então que se apresenta um novo media para os marketeers: As paredes dos WCs públicos femininos, que pode estar cheinho de informação de lojas e das últimas promoções.

Fica a dica (depois mandem o cheque com a minha comissão da ideia, sim?)

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Bill Gates fala sobre o dinheiro digital

O meu post de hoje é apenas um vídeo. E ESTE vídeo vale a pena ver, e até ao fim.

Bill Gates (Microsoft e Bill & Melinda Gates Foundation) em entrevista à Bloomberg fala acerca da nova geração de pagamentos de bens e serviços para pessoas que não têm contas bancárias.

Bill Gates discute o peer-to-peer no envio de dinheiro, através de smartphones e equipamentos similares, experiências que já estão a ter lugar em países como o Quénia, Bangladesh e Somália e sobre a questão de não serem necessários bancos envolvidos nas transacções.




Vale a pena ver. São 15 minutos do futuro.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

O mau uso da tecnologia.

A tecnologia - ou o uso dela – chegou e impôs-se nas sociedades humanas de diversas formas. Mais ou menos, com maior ou menor preponderância, transparência ou utilidade, este é um facto inegável.

E quando a tecnologia impede ou dificulta relacionamentos, interacções ou até mesmo a produtividade?



Um restaurante em New York, já com bastantes anos de sempre bem sucedida actividade, começou a ter queixas e reclamações, assim como bad reviews em blogs e sites da especialidade, acerca da demora do serviço, demora em obter mesa e comida fria.

O restaurante, percebendo que o número de clientes actual se mantinha sensilvelmente o mesmo há diversos anos, e sem conseguir perceber o que se passava, contratou uma empresa de auditoria em produtividade para perceber onde estava(m) o(s) problema(s) e como os solucionar.

A empresa de consultoria começou por atribuir a responsabilidade à falta de formação dos empregados de mesa e lentidão nas equipas da cozinha. Mas não querendo tirar conclusões sem ter todos os dados, resolveu analisar inloco o que se passava e comparar o serviço de cozinha/mesas do passado (neste caso de 1 Julho 2004) com o presente (3 Julho 2014) graças à existência de um sistema de gravação de imagens baseado em 4 câmaras CCTV de segurança existente já há muitos anos.

E percebeu o problema. A tecnologia! Ou melhor o (mau) uso da tecnologia!

Em 2004: 
o cliente chega, senta-se, lê o menú, pede a comida, é servido, come e paga, demorando, em média 1h05

Em 2014:
o cliente chega, senta-se, pede para aceder ao wi-fi, tira fotos com o smartphone, envia aos amigos, responde a mensagens e emails, tira fotos do menú, tira selfies, pede ao empregado que tire fotos, responde aos amigos, posta no facebook, pede a comida, tira fotos da comida, recebe e envia mensagens, posta nas redes sociais, começa a comer, pede para reaquecer a comida que está fria, volta às rede sociais, come, continua “agarrado” ao smartphone, pede a conta, paga e sai, demorando em média 1h55.



Explicado.

Nota: O artigo completo pode ser encontrado AQUI