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quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Nova campanha da Cillit Bang é "Maniac"



A nova campanha da Cillit Bang (conhecida marca de produtos de limpeza profunda) recria o filme Flashdance (lembram-se? Foi dos primeiros trabalhos de Jerry Bruckeimer e contou com a interpretação fantástica de Jennifer Beals – embora muita da dança tenha sido feita pela desconhecida Marine Jahan) e traz-nos de volta ao universo dos 80's.

O spot remete para o imaginário de Flashdance, inclui uma versão do tema “Maniac” de Michael Sembello, e conta a história de um ajudante de oficina automóvel a quem dão a impossível tarefa de limpar a mesma, após um dia de trabalho. Mas, graças ao produto em questão, a muita dança, animação e musica, a tarefa é levada a bom porto e tudo só durante uma noite.

A campanha, que procura implementar o novo conceito de CLEANTERTAINMENT (Clean-Entertainment) para a marca da Benckiser, chama-se “the Mechanic” tem a criatividade da BETC Paris, o actor principal é o dançarino e performer Daniel Cloud Campos (dançarino do ano em 2012, já trabalhou com Madonna e com Shakira).

A criatividade coube à dupla Stephane Xiberras e Jacques Jolly sob a batuta de Michael Gracey.




Vale a pena ver, também, o making-of:



quarta-feira, 18 de novembro de 2015

A melhor campanha de Natal

Fantástica campanha digital para a Lotaria de Natal espanhola (Loterías y Apuestas del Estado).

Um ternurento vídeo de animação de 3 minutos, cheio de esperança, bonomia e sentimento natalício, é o que nos apresenta a Leo Burnett de Espanha, pela mão de Arturo Benlloch e Nacho Soria.

A estratégia aposta, para além do tal vídeo, num site - onde se pode encontrar o making-of do filme de animação e muito mais conteúdos - uma página de facebook (que conta já com 2700 seguidores), presença no instagram... enfim, uma estratégia digital bem planeada e executada, que procura dar vida ao conceito e à peça publicitária, muito para além do spot.

A peça de vídeo, apropriada para o digital (tem 3 min e meio) conta a história de um guarda-nocturno de uma fábrica de manequins que passa o seu tempo a deixar agradáveis surpresas para os seus colegas que trabalham no turno de dia. Estas surpresas, sempre bem-dispostas e oportunas definem a sua vida e a sua maneira de estar. E, de surpresa em surpresa constrói-se o personagem, aprofunda-se a sua densidade psicológica e gera-se a simpatia para com ele.

E depois, vem o produto, tão bem enquadrado na história, que nos apercebemos que, afinal, a história foi construída à volta dele, e que não é apenas simpático filme de emoções sobre o natal e a boa-vontade, mas sim uma peça publicitária.

E mais não digo. É preciso ver o filme



Repararam na mensagem "El mayor prémio es compartirlo" que é a assinatura da campanha? Diz tudo e constiui, em si mesmo, o apelo à partilha nas redes.

O storytelling no seu melhor. Envolvente, cúmplice, bonito.

E quem disse que a publicidade às lotarias tem de ser sempre o estardalhaço "in-your-face" que conhecemos?

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Novo anúncio da Nespresso

Depois de contar com a participação de estrelas como Matt Damon, John Malcovich ou Jean Dujardin, a nova campanha da Nespresso aposta agora em Jack Black – ou Giacommo Blackommo – a par do incontornável George Clooney.

A marca que protagonizou o claim “What Else ?” e que vai já com uma década de publicidade sempre elegante e bem humorada, brinca agora com o próprio conceito do What Else e define-o como “Incomparable”, apostando sempre num registo de sedução, elegância e o tal sorriso cúmplice que deixa ficar aos espectadores.

A campanha, novamente pela mão da McCan Worldgroup foi filmada em Itália, numa villa à beira do Lake Como, e teve direito a duas versões teaser, para redes sociais.
Na primeira antevia-se apenas a personagem de Jack Black e terminava com a frase “descubra quem está a descobrir o significado de What Else". Na segunda Clooney e Black discutem o conceito de “What More/What Else” levantando a questão do real significado do claim da marca.

Na versão final, lançada globalmente ontem – 29 Out, e com o nome de “Epifania” desenrola-se então a acção e o resultado é brilhante.





quinta-feira, 21 de maio de 2015

Uma campanha brilhante da JCDecaux

Quantos de nós enviam emails a contactos, clientes e potenciais clientes que nunca têm qualquer resposta?
Nesta vida moderna muitas pessoas não têm tempo, paciência (e, muitas vezes, netiquette) para responder aos diversos emails que chegam às caixas de correio. E muitas vezes os mesmos podem vir a representar potenciais ganhos ou negócios para as empresas que representam.

Na realidade, quantas oportunidades neste mundo se perdem por não dar a devida atenção àquele email, ou não responder a tempo àquele convite?

Ciente (e, digo eu, um pouco chateada) com este assunto, a JCDecaux resolveu, de uma forma criativamente brilhante, demonstrar aos seus principais clientes – principalmente àqueles que não respondem constantemente aos seus emails e convites - o que estarão a perder. E ao mesmo tempo demonstrar que o mupi/outdoor ainda é um dos meios mais eficazes de atrair as atenções e criar efectiveness.

E o que fez?
Simplesmente para todos os que não responderam aos seus convites, afixou um cartaz com uma foto a cara da pessoa que não respondeu e um endereço de email de contacto da própria Decaux.

O resultado foi que todos eles contactaram imediatamente a empresa para saber o propósito da brincadeira.

Aí a marca respondeu “Só queríamos que experimentasse a eficácia do nosso media. Se apenas um cartaz teve tantas reacções para si, tanto que nos contactou logo de seguida, imagine uma rede inteira.”





Simplesmente brilhante. E também uma liçãozita…

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Anúncio "meteorológico" da Honda

A Honda lançou, no Youtube, um anúncio "meteorológico" baseado na sua campanha de nome "Road to Better"

O anúncio vídeo, ao seu novo CRV, aposta em CGI para simular uma estrada sem fim que é permanentemente percorrida pelo veículo, de modo a demonstrar a sua durabilidade, performance e economia. A câmara virtual roda em sentido inverso do veículo, que vai subindo uma montanha, criando a ilusão de uma estrada sem fim, de modo a transmitir os valores que a marca pretende divulgar. E o cenário vai mudando dia/noite.

Mas a versão interactiva, motivo deste post, está no canal da Honda no Youtube.
O filme recorre a real-time-data vindo do forecast.io e apresenta o filme nas condições atmosféricas e de luminosidade do local onde está a ser visionado. (por exemplo em Lisboa, neste momento, o vídeo é apresentado com tempo nebulado, inicio de tarde e com uma temperatura de 14º).

Existe um slider que permite “navegar” por outras cidades do mundo e ainda um motor de pesquisa que permite escolhe-las. Assim que se muda o local, o vídeo, sem interrupções visiveis, passa a apresentar as imagens (e sons) correspondentes à meteorologia e fuso horário desse local.



Duvido sinceramente da eficácia da comunicação, mas sem dúvida que o efeito é engraçado. É espreitar AQUI



segunda-feira, 27 de outubro de 2014

"Ordem de leitura" em comunicação

Há muito que, quem trabalha na publicidade, sabe acerca do conceito de “ordem de leitura”.

Este conceito defende que os argumentos comunicacionais numa qualquer peça tem de ser desenhados e colocados em locais certos para que uns sejam lidos mais cedo que os outros e assim se consiga passar uma história, um conceito, uma mensagem coerente e que cumpra os objectivos da peça.

Desta forma existirá, sempre, uma ordem de leitura de uma peça. Ou seja uma path que os olhos do consumidor percorrem quando vem pela primeira vez o anúncio.

E uma boa peça publicitária, bem construída, permite contar a tal história visual e fazer que o consumidor se foque primeiramente nos argumentos importantes e depois nos secundários.

A tecnologia de eye tracking (sensores que permitem, em tempo real, detectar, medir e registar o tempo, movimento e atenção dos olhos em relação a um qualquer ponto) aplicada à publicidade permitiu verificar essa ordem de leitura e, em alguns casos – quando se recorre a focus groups e test groups – corrigir as peças de forma a que o resultado final seja exactamente o pretendido.

Essa tecnologia permite criar os chamados “Heatmaps”, mapas tipo termograma que registam as áreas para onde a atenção das pessoas mais se foca.



Nesta anúncio, a atenção recai principalmente no rosto de Scarlett Johansson


Ordem de leitura de uma embalagem de bifes



Este excelente artigo do Business Insider mostra 29 heatmaps de anúncios, vídeos, websites (Google e Facebook) curriculums, e até posicionamento de produtos em liners de supermercado. Vale a pena ver, AQUI

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Quando a publicidade causa acidentes

A agência de publicidade Sarafan Advertising Agency, de Moscovo teve uma ideia luminosa para divulgar o seu novo media de publicidade: posters gigantes em furgões, a circular pela cidade.

Por cá este tipo de media tem o prosaico nome de “carrinhas de publicidade ” e são comuns no interior ou nos subúrbios das cidades a anunciar eventos e espectáculos. E são, sem margem de dúvida, um bom meio de chamar a atenção e impactar diversos públicos, exactamente pelas suas características de mobilidade.

Exemplo de carrinha de publicidade

A questão é que a moscovita Sarafan teve uma ideia original, um salto criativo de excelência para chamar a atenção para este media: Um póster com uma foto do peito de uma mulher, em topless, com uma faixa estrategicamente colocada com o claim “elas atraem” – они привлекают no original.




E 30 destes veículos circularam pelas estradas e ruas de Moscovo.

O resultado deste stunt foi estonteante: 571 acidentes de viação em 24 horas. Os condutores chocaram entre si, com mobiliário urbano, edifícios e semáforos.

A intenção era conseguir medir a atenção que o media atraia (e por outro lado atrair clientes a publicitar no mesmo), mas o resultado foi terem de retirar a campanha do ar, rapidamente, depois de diversas queixas na polícia, que rapidamente deu instruções para terminar o stunt.

Os relatos dos condutores envolvidos nos acidentes são hilariantes: “estava parado num semáforo quando vi uma carrinha com aquela foto. Distraí-me e bati no carro da frente. Para meu espanto o carro de trás bateu também em mim, e o dono acabou por confessar que estava distraído com a mesma carrinha de publicidade”


A agência já veio a publico pedir desculpas pelos acidentes causados e assegurou que cobrirá todos os danos provocados pelos acidentes que não estejam a coberto pelos seguros dos condutores.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

O Outdoor de Realidade Aumentada da Pepsi

Cada vez mais a publicidade aposta em novos media e em transformar suportes estáticos e comuns em novas experiências, de modo a dar mais visibilidade às marcas e a passar conceitos e ideias.

Foi o caso do novo Outdoor de realidade aumentada da Pepsi Max.



Este outdoor, na realidade um abrigo de paragem, é o exacto exemplo do que falo acima. O abrigo de paragem tradicional tem a publicidade do costume, em termos de formato e de conteúdo. E pouco se pode fugir disso.

Mas numa perspectiva de rotura e de transformação do status quo, a Pepsi de Londres, com a ajuda da JCDecaux, trouxeram uma nova realidade.. à realidade.

O abrigo de paragem da New Oxford Street parece ser simplesmente um vidro, através do qual se consegue ver a rua, aliás sem qualquer publicidade. Mas na realidade é um ecrã de ultra-alta definição, que faz o display da imagem da rua em tempo real, conjuntamente com eventos de realidade aumentada. O resultado é ver coisas que lá não estão. E que coisas!!

O objectivo não podia ser melhor cumprido: quebrar a rotina, chamar a atenção, surpreender e, como estou fartinho de dizer, provocar o tal sorriso cúmplice.

Após o “susto” inicial, a tendência é espreitar o lado inverso do Outdoor, e então aí está a assinatura da marca, a patrocinar aquele momento.

Mas o melhor é ver o vídeo:



terça-feira, 16 de setembro de 2014

Disrupção na cidade - Dancing Traffic Lights

As agências de publicidade e comunicação têm, cada vez mais, de pensar fora da caixa para fazer campanhas eficazes.

E o eficaz quer dizer o disruptivo, o que abala o status-quo, o que provoca uma quebra na rotina diária, o que provoca o “awe” e o sorriso de cumplicidade.

E por outro lado, as campanhas cada vez mais se transformam em causas, defendidas, potenciadas ou mesmo criadas pelas marcas, onde o produto surge não como o personagem principal da peça mas o seu sublinhar.

É o caso da última campanha da Mercedes-Smart, por acaso gravada em Lisboa, realizada pela BBDO pela dupla criativa Lukas Liske e Daniel Schweinzer.

À causa dos acidentes de viação – nomeadamente os atropelamentos - provocados por alguma indisciplina dos peões que atravessam as estradas mesmo com o sinal vermelho, junta-se a questão “o que fará as pessoas pararem e esperarem pelo sinal verde?” e a disrupção do inesperado, da música, dança e participação na própria peça. E a disseminação nas redes sociais, claro está.

O resultado é “The Dancing Traffic Light” pertencente à campanha “We believe that #smart ideas can turn the city into a better place”.
Outro resultado foi que mais 81% pessoas que o costume pararam naquele semáforo...




E, já agora, o making-of, para quem gosta destas coisas:


quarta-feira, 3 de setembro de 2014

As gravações e o Live TV - Let's talk about Advertising

Segundo o último estudo TGI (*) da Marktest, 37% das pessoas gravam os programas para ver mais tarde, ao invés de verem os programas em tempo real.

Ou seja, cerca de 3.2 milhões de Portugueses preferem gravar as suas séries e programas e depois vê-las na conveniência da sua disposição e comodidade, do que submeterem-se aos horários das cadeias de TV.

Esta realidade está ainda mais presente nos jovens, urbanos e, de classes mais elevadas.



Estes factos devem-nos fazer reflectir sobre o novo paradigma de TV que tem implicações directas no que respeita à publicidade.
Ninguém acredita que, num programa gravado, o espectador veja a publicidade nos intervalos para ela destinados, e, desta forma, seja impactado pelos anúncios.

Na realidade o consumidor que grava a sua série ou o seu programa na Box, passa à frente a publicidade, tornada obsoleta pela tecla de fast forward, e detém-se mais nos spots de autopromoção de novas séries e/ou spots de produtos relacionados com os próprios programas. Ou, pelo menos, de produtos relacionados com o tema do que está a ver.




Desta forma, os marketeers e publicitários, face a esta realidade, têm agora duas novas preocupações: a relevância e o enquadramento.

Não basta fazer um spot que cumpra os objectivos da marca e que seja criativamente apelativo. Tem também de se adaptar às novas realidades de visionamento de TV, sendo relevante e, de alguma forma, enquadrado no slot em que o spot vai passar, de modo a que faça parte do que o consumidor realmente quer ver.

Os media planners, por outro lado, passam a envergar o fato de consultores de oportunidade e tem também uma palavra a dizer no que respeita à criatividade da própria peça.

O tempo de colocar o anúncio do sabonete no meio do Telejornal está no fim. Os novos tempos são os do sabonete no intervalo da novela, com uma história tipo novela, personagens tipo novela e enquadramento na novela.

 Digo eu. :)




(*) O TGI é um estudo que permite identificar, conhecer e segmentar o consumidor português de acordo com os seus consumos, posse de bens e serviços. Através de mais de 300 Statements, com uma base amostral de 5000 entrevistas/ano sobre 17 sectores de mercado, o TGI da Marktest avalia o consumo e posse de bens e serviços para um total de 240 categorias, recolhendo em Portugal, informação para mais de 3000 marcas.


terça-feira, 15 de julho de 2014

O conteúdo patrocinado

Uma das formas de publicidade muito em voga actualmente, principalmente nos USA é o chamado conteúdo pago ou patrocinado.
E este pode surgir em duas formas: Em termos editoriais, onde simplesmente é conteúdo similar em forma e layout ao conteúdo normal da publicação, só que é criado construído e pago por uma marca – a chamada publireportagem - ou em termos genéricos, quando um qualquer conteúdo “legítimo” e original de um media (um artigo, uma infografia, uma reportagem, um vídeo, etc) é patrocinado por uma marca.

O recente estudo da Contently, debruça-se sobre este último e os resultados que nos apresenta são por um lado desmotivantes e por outro, encorajadores.

Vamos ao estudo:
  • Apenas 24% dos leitores visualizam o conteúdo patrocinado até ao fim, ao invés dos 71% que o fazem num conteúdo “normal”
  • Apenas 48% dos leitores conseguem reter qual a marca que patrocinou o conteúdo
  • 20% dos leitores pensam que a marca apenas pagou mas não interferiu com o conteúdo, 12% pensam que a marca criou o próprio conteúdo e 18% pensam que a marca apenas comprou publicidade ao lado do artigo patrocinado, não fazendo a ligação entre a peça e o logotipo.
  • 2/3 dos leitores sentem-se enganados ao perceberem que existe uma marca por detrás do conteúdo, e 7,6% acabam por imediatamente esquecer o conteúdo 
  • Os mesmos 2/3 referem que, sabendo à partida que o conteúdo é patrocinado, não clicariam para lê-lo/vê-lo 
  • 58.7% dos leitores referem que um site ou media perde credibilidade quando publica conteúdo patrocinado
Pior, uma grande maioria prefere o velhinho banner a este novo tipo de publicidade, conforme o gráfico abaixo.



Pelo lado positivo, se a marca que patrocina o conteúdo for uma marca confiável ou que seja cognitivamente percepcionada com tal, o próprio conteúdo beneficia da associação, sendo também percepcionado como confiável.
E ainda, os números demonstram que esse grau de confiança aumenta nos conteúdos patrocinados na imprensa escrita (print) em detrimento do online. É caso para dizer que o suporte físico representa aqui uma mais-valia.

E que tal consultar o estudo? AQUI

quarta-feira, 11 de junho de 2014

O novo-velho marketing da Apple

Nestes tempos de outsourcing de tudo, nomeadamente nas àreas de Marketing e Publicidade, a Apple resolve revolucionar e voltar ao início.

Depois de décadas de parceria com a agência TBWA/MAL, as recentes ameaças da Samsung no que era um dos domínios da Apple (a publicidade) fizeram com que a marca decidisse, estrategicamente, fazer um "Back to basics" e voltar a ter inhouse o Marketing e a Publicidade.



Assim, e segundo a AdAge, a Apple está a recrutar 1000 profissionais - os melhores talentos dentro das agências de publicidade e empresas de comunicação - para fazerem parte do seu exército interno de Marketing e ter ideias inovadoras e fracturantes do status-quo actual. E fazer tudo isto internamente.

Ou seja, a Apple está a construir o seu próprio "departamento" global de Marketing e Publicidade interno, tal como era norma nos anos 80, antes do domínio das grandes agências de publicidade.

Quando esta mega-equipa (do tamanho, por exemplo da Grey International) estiver pronta, o jogo que se segue vai ser como o futebol por causas sociais: a equipa da Apple contra as equipas do resto-do-mundo

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Comprar fãs no twitter... literalmente

Realmente há publicidade e publicidade. A cerveja Newcastle Brown Ale resolveu comprar seguidores no twitter. Literalmente!

Cada seguidor novo recebe um cheque de 1 dólar.
Segundo a marca "Esta é uma estratégia de marketing que tem como objetivo conquistar 50 mil seguidores no Twitter de forma fácil e eficaz".

"So you like money? Do you have a twitter account? Then follow us on twitter and we'll send you money". Tão simples quanto isto!



A marca chama a estas campanhas "social marketing transparency".

Ai se isto pega na política...

quarta-feira, 4 de junho de 2014

O Calor humano gera ainda mais calor...

A publicidade, no seu melhor, é disrupção.
Disrupção de sentidos, de normas, quebra de status-quo, espanto e cumplicidade.

E nada melhor do que apostar no calor (humano) para gerar calor (de aquecimento) num ambiente frio (neve). E gerar laços entre perfeitos desconhecidos e partilha de emoções e de momentos.

Foi exactamente isso que a Duracell Canadá fez, na apresentação da sua nova bateria "Quantum", pela mão da agência Cossette, ao instalar, no frio inverno de Toronto, um abrigo de paragem de autocarro com aquecedores... mas que só funciona se as pessoas derem as mãos!




A campanha "Duracell: Moments of Warmth", que depois teve o seu counterpart digital no vídeo viral acima (e que já vai em mais de 1.2 milhões de visualizações) foi lançada em Março deste ano e é um belo exemplo da nova publicidade que vai aparecendo um pouco por todo o lado.